Em início de divulgação do atual EP “Itankale”, os paulistas do QUILOMBO acabam de anunciar mais uma novidade para este ano de 2019.

Trata-se do retorno com a parceria entre a banda e a Sangue Frio Produções, com o objetivo de aumentar ainda mais a visibilidade dos atuais projetos, bem como suporte nos lançamentos digitais, assessoria de imprensa, marketing, divulgação em massa e relações-públicas.

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QUILOMBO é formado por Allan Kallid na guitarra e baixo e Panda Reis na bateria e vocal, a banda está lançando seu primeiro EP, intitulado “Itankale”, pelo selo Poluição Sonora Records levando seu estilo contestador aos quatro cantos e já seguem planejando um novo material, tendo em vista que o duo tem muito a mostrar e falar.

O EP “Itankale” é um disco que conta a história do Africano que veio escravizado para o Brasil e precisa se adaptar a uma realidade completamente diferente do que viviam até então, imaginem Reis, Príncipes e Rainhas mudarem de vida da noite para o dia, imaginem povos que tinham como a natureza como sua principal característica ver sua realidade, toda ela, virada ao avesso. Um povo, uma etnia toda perseguida, torturada, escravizada, estuprada e perseguida até quase seu extermínio e mesmo assim persistem, sobrevivem e influenciam seus algozes. Como foi à história do Africano durante e após o cativeiro e como se encontra sua realidade em pleno século XXI, mas não pela visão que conheces nos livros e a história caucasiana, escravocrata e racista que nos enfiaram goela abaixo até a pouco tempo. Hoje os Africanos estão escrevendo seu passado, sua história, com a veracidade dos reais fatos, pela ótica de quem apanhou, de quem foi acorrentado e arrancado de seu país, de seu povo, pela ótica de quem foi açoitado, espancado e morto nos troncos e caçados nas matas, simplesmente por serem africanos, eis aqui a nossa visão de toda essa história, agora contada por mão negras... claro que alguns não aceitarão como grandiosa e evoluída eram nossos ancestrais africanos.

QUILOMBO não veio para causar desigualdade ou pender a balança para um lado, mas veio para falar a versão à visão de quem não tinha voz e nem direito de escrever e falar de si mesmo, e sim equilibrar a balança.

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